Pigmum

arte e outros riscos

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Você tem até amanhã (20/11) para postar sua foto da Pinacoteca Potiguar e participar do projeto Além do Morro!

Ei, você do Rio Grande do Norte! Conhece o projeto fotográfico Além do Morro? O objetivo dele é descobrir novos ângulos da cidade de Natal (RN) e mostrar que a capital potiguar é muito mais do que o Morro do Careca.

Nesta semana o Pigmum foi convidado a apresentar o desafio #AlemDoMorro45 - Pinacoteca Potiguar. Pra participar, basta postar uma foto no Instagram usando a hashtag #AlémDoMorro45. Quem sabe a sua foto não é escolhida como a foto da semana e aparece na página do projeto? Mas corra, você só tem até às 23h59 deste domingo (20/11) para postar. Confira o vídeo:

O Além do Morro tem o patrocínio do Governo do Estado do Rio Grande do Norte e da Fundação José Augusto, através da Lei Câmara Cascudo de Incentivo à Cultura.

Já já minha foto da Pinacoteca aparece no Instagram do blog. Aliás, já tá seguindo o blog por lá?

As caveiras de Posada, criador do símbolo mexicano mais popular do Dia de Los Muertos

O Dia de Finados pode ser uma data solene e até mesmo triste no Brasil, principalmente para aqueles que aproveitam o feriado para rezar pelas almas de seus parentes mortos. Mas para os mexicanos, hoje é um dia de festa! Comemorado com muita comida e música! Afinal, não é todo dia que seus parentes e amigos mortos têm permissão divina para fazer uma visitinha, né?

E quem não pode faltar nessa festa é La Catrina, personagem criada pelo gravurista e cartunista José Guadalupe Posada (1852 – 1913) ainda nos primeiros anos do século XX.

  Gravura original de  La Catrina , que depois ganhou inúmeras interpretações, tornando-se símbolo da cultura mexicana

Gravura original de La Catrina, que depois ganhou inúmeras interpretações, tornando-se símbolo da cultura mexicana

A gravura de Posada, intitulada ‘La Cavalera de La Catrina’, mostra a figura do esqueleto de uma dama da sociedade usando chapéu. A imagem faz parte de uma série de caricaturas que satirizavam o modo de vida da alta sociedade mexicana da época e criticava os rumos políticos do país, sempre utilizando imagens de caveiras para representar a classe dominante.

Mais tarde, a personagem apareceu no mural ‘Sueño de um domingo por la tarde em la Alameda Central’ (1947), pintado por Diego Rivera e, de lá pra cá, inúmeras representações foram criadas pelos mais diversos artistas. La Catrina acabou se tornando símbolo da festa do Dia de Los Muertos e um dos ícones mais lembrados da cultura mexicana.

  Mural  ‘Sueño de um domingo por la tarde em la Alameda Central’  (1947), de Diego Rivera

Mural ‘Sueño de um domingo por la tarde em la Alameda Central’ (1947), de Diego Rivera

  Detalhe da pintura de Rivera. La Catrina encontra-se no centro, de braço dado com Posada (seu criador) e segurando a mão esquerda do próprio Diego Rivera. Logo atrás, vemos Frida Kahlo segurando o símbolo yin-yang

Detalhe da pintura de Rivera. La Catrina encontra-se no centro, de braço dado com Posada (seu criador) e segurando a mão esquerda do próprio Diego Rivera. Logo atrás, vemos Frida Kahlo segurando o símbolo yin-yang

Posada se tornou célebre por seus desenhos e gravuras que traziam o tema da morte para o contexto social e político de seu tempo. Por isso, a homenagem deste Dia de Los Muertos vai para ele! Hoje é dia de ver a morte de perto. Com vocês, a obra de Posada impressa em publicações que datam do final do século XIX e início do século XX: 

Posada 1
Posada 2
Posada 3
Posada 4
Posada 10
Posada 12
Posada 5
Posada 9
Posada 6
Posada 7
Posada 8
Posada 11
Posada 13
Posada 14

As pinturas de Goya que deixarão o seu Halloween ainda mais macabro

Vocês conhecem o lado sombrio de Francisco Goya? Já nos últimos anos de vida, o pintor espanhol – famoso pelo quadro ‘Os fuzilamentos da montanha do Príncipe Pío’ (1814) – foi arrebatado por uma doença misteriosa e pelas consequências da guerra contra a França de Napoleão Bonaparte. Esses fatos contribuíram para que, entre 1818 e 1823, Goya pintasse nos muros de sua própria casa uma série de 14 imagens sinistras, soturnas, que por vezes beira o macabro. Uma ótima pedida para esta segunda-feira de Halloween, que tal?

A morte, o pessimismo, a violência e as forças ocultas são temas recorrentes nas pinturas negras de Goya. Entre as obras está ‘El Aquelarre’, que mostra um grupo de bruxas ao redor de Satanás (representado por um bode), reunidas para o Sabá.

  Francisco Goya,  'El Aquelarre ou O Grande Bode'

Francisco Goya, 'El Aquelarre ou O Grande Bode'

  Francisco Goya,  'Dois Velhos Comendo Sopa' 

Francisco Goya, 'Dois Velhos Comendo Sopa' 

Em ‘Átropos ou As Parcas’, vemos as 3 figuras da mitologia greco-romana que controlam o fio da vida dos mortais:

  Francisco Goya,  'Átropos ou As Parcas'

Francisco Goya, 'Átropos ou As Parcas'

Outro personagem mitológico aparece em ‘Saturno devorando um filho’, quando Saturno, o deus romano do tempo, pratica um ato canibal contra seu próprio filho.

  Francisco Goya,  'Saturno Devorando um Filho'

Francisco Goya, 'Saturno Devorando um Filho'

  Francisco Goya,  'A Romaria de San Isidro'

Francisco Goya, 'A Romaria de San Isidro'

  Francisco Goya,  'Perigrinação à Fonte de San Isidro ou procissão do Santo Ofício'

Francisco Goya, 'Perigrinação à Fonte de San Isidro ou procissão do Santo Ofício'

  Francisco Goya,  'Dois Velhos ou Um Velho e um Monge'

Francisco Goya, 'Dois Velhos ou Um Velho e um Monge'

  Francisco Goya,  'Mulheres Rindo'

Francisco Goya, 'Mulheres Rindo'

  Francisco Goya,  'Homens Lendo'

Francisco Goya, 'Homens Lendo'

 F rancisco Goya,  'Duelo a Garrotazos'

Francisco Goya, 'Duelo a Garrotazos'

As pinturas negras de Goya permaneceram praticamente desconhecidas por décadas, até que entre 1874 e 1878, temendo a demolição da casa, as pinturas foram transladadas para telas por Salvador Martínez Cubells, a pedido de Émile d'Erlanger, um banqueiro francês que queria vender as obras na Exposição Universal de Paris, em 1878. Entretanto, em 1881, o próprio banqueiro doou as peças para o Museu do Padro, em Madri, onde continuam em exposição.

  Francisco Goya,  'Judite e Holofernes'

Francisco Goya, 'Judite e Holofernes'

  Francisco Goya,  'O Cão'

Francisco Goya, 'O Cão'

  Francisco Goya,  'Una Manola ou La Leocadia'

Francisco Goya, 'Una Manola ou La Leocadia'

  Francisco Goya,  'Visão Fantástica ou Asmodea'

Francisco Goya, 'Visão Fantástica ou Asmodea'

Eu espero que você tenha pesadelos com pelo menos uma dessas pinturas esta noite! MUAHAHAHAH

O fundo dessa piscina se transformou em um David Bowie gigante e você precisa ver esse vídeo!

Vocês viram que tá rolando na internet um vídeo de um cara pintando um David Bowie gigante no fundo de uma piscina? Pois é, faz quase um ano que o camaleão da música se foi, mas as homenagens ao cantor não param de nos surpreender!

  O artista   Ten Hundred   pintou um mural de David Bowie no fundo de uma piscina em Seattle

O artista Ten Hundred pintou um mural de David Bowie no fundo de uma piscina em Seattle

Quem assina esse trabalho incrível é o Ten Hundred (Peter Robinson), artista que atua em Seattle (Estados Unidos) criando grandes murais, pintando telas, ilustrando peças de design gráfico e estampando camisas, skates e outros objetos. Suas imagens, sempre muito coloridas e vibrantes, têm como referências a cultura pop e as estéticas urbanas.

  Cartaz com ilustração de  Ten Hundred

Cartaz com ilustração de Ten Hundred

  O artista também pinta telas

O artista também pinta telas

  Estampa para roupas

Estampa para roupas

O artista transformou essa piscina comum, localizada em uma ilha próxima à Seattle, na piscina mais legal que você já viu! Quem não gostaria de dar um mergulho aí e ainda se deparar com Major Tom, um dos personagens mais icônicos criados por Bowie?

  O mural finalizado e, em seguida, a piscina já completamente cheia de água

O mural finalizado e, em seguida, a piscina já completamente cheia de água

Bowie 3

O personagem aparece pela primeira vez na música ‘Space Oddity’, sucesso de 1969, lançada no ápice da corrida espacial. Major Tom é um astronauta que deixa sua vida na Terra para viajar pelas estrelas, mais ou menos como Bowie fez esse ano, né?

  Detalhe do mural com David Bowie encarnando seu personagem Major Tom

Detalhe do mural com David Bowie encarnando seu personagem Major Tom

O vídeo, em time-lapse, mostra o processo de criação desse mural:

E olha só quantos murais legais o Ten Hundred pintou por aí:

Ten Hundred 1
Ten Hundred 2
Ten Hundred 3
Ten Hundred 4
Ten Hundred 5
Ten Hundred 6

Hoje é o Dia do Poeta! Vamos falar sobre a vocação plástica da poesia?

A gente costuma pensar na Poesia como a arte da palavra, né? Mas você já observou que a palavra também pode assumir uma vocação plástica?

Nem sempre a gente se dá conta, mas o desenho das letras, os formatos das famílias tipográficas utilizadas e até a sua organização espacial numa página acabam dotando as palavras de uma corporeidade inesperada. No fundo, toda palavra escrita é também visual e a poesia vem explorando essa característica há bastante tempo.

  O célebre poema visual  'Viva Vaia' , de Augusto de Campos

O célebre poema visual 'Viva Vaia', de Augusto de Campos

Neste Dia do Poeta, portanto, a homenagem vai aos poetas visuais, que ao longo do século XX passaram a experimentar com mais intensidade o diálogo entre diferentes linguagens artísticas, embora a poema visual mais antigo de que se tenha notícia seja de 300 a. C. O fato é que, no século XX, uma série de fatores criou o contexto ideal para que a poesia ultrapassasse os limites da página impressa.

 'O Ovo' , de Símias de Rodes, é considerado o poema visual mais antigo de que se tem notícia e data de 300 a.C.

'O Ovo', de Símias de Rodes, é considerado o poema visual mais antigo de que se tem notícia e data de 300 a.C.

Para Lucia Santaella, pesquisadora em Comunicação, com o avanço da publicidade e do design gráfico, ‘as palavras cresceram em tamanho, verticalizaram-se, invadiram as ruas, compondo a nova paisagem de uma outra natureza: urbana, artificial, veloz, agitada’. A poesia também passou a ocupar esses espaços, o que se tornou o propósito de muitos poetas experimentais, principalmente a partir de vanguardas europeias como o Futurismo e o Dadaísmo.

Hoje a poesia visual está nas ruas, nas galerias de arte, nos museus, em vídeo, nas plataformas digitais e até em embalagens.

  GIF animado para 'Pêndulo' (1961), do poeta visual português E. M. de Melo e Castro

GIF animado para 'Pêndulo' (1961), do poeta visual português E. M. de Melo e Castro

Aqui no Brasil, a poesia visual ganhou impulso nos anos 1950 com a turma do Movimento Concretista. Entre rompimentos e desavenças, os poetas Augusto de Campos, Haroldo de Campos, Décio Pignatari, Ferreira Gullar, Ronaldo Azeredo e Wladimir Dias-Pino deixaram uma farta contribuição à poesia brasileira, explorando essa vocação plástica da palavra e inaugurando um período bastante criativo na poesia e em todos os ofícios que trabalham com a composição visual de textos, como o jornalismo, a publicidade e o design. Um viva aos nossos poetas visuais!

 'Luxo/Lixo'  (1965), outro conhecido poema visual de Augusto de Campos

'Luxo/Lixo' (1965), outro conhecido poema visual de Augusto de Campos

Pós-Tudo - Augusto de Campos
 'Velocidade'  (1957), de Ronaldo Azeredo

'Velocidade' (1957), de Ronaldo Azeredo

  Uma das versões de  'Solida' , de Wladimir Dias-Pino

Uma das versões de 'Solida', de Wladimir Dias-Pino

 'A Ave' , também de Wladimir Dias-Pino

'A Ave', também de Wladimir Dias-Pino

 'Organismo'  (1960), de Décio Pignatari

'Organismo' (1960), de Décio Pignatari

 'Nascemorre'  (1958), de Haroldo de Campos

'Nascemorre' (1958), de Haroldo de Campos

 'Verde' , poema visual de Ferreira Gullar

'Verde', poema visual de Ferreira Gullar

Que fofura! Os retratos de 10 artistas quando crianças

É isso. Dia das Crianças rolando e eu aposto que você não esperava ver pintando na sua timeline os rostinhos infantis de alguns dos artistas que mais se destacaram na história da arte moderna. Aliás, já parou pra pensar que a gente geralmente nem conhece as feições desses artistas, embora suas obras estejam amplamente disseminadas no repertório imagético e cultural de nossa sociedade? Com exceção de Frida Kahlo e Salvador Dalí, é claro. Rostos conhecidíssimos do público e cada dia mais populares.

Infelizmente não dá pra voltar tanto no tempo e conhecer Leonardo Da Vinci, Caravaggio ou Francisco Goya quando crianças, mas graças à invenção da fotografia no século XIX, a gente pode se deparar com essas fofuras aqui ó:

Começando com o mais velhinho da lista, temos Vicent Van Gogh e sua roupinha de marinheiro, provavelmente na década de 1850. Tá vendo que menino também pode usar saia?! Repare que os traços mais marcantes de seu rosto continuaram presentes na fase adulta.

  Van Gogh e sua roupinha de marinheiro nos anos 1850. Ao lado, o artista já adulto

Van Gogh e sua roupinha de marinheiro nos anos 1850. Ao lado, o artista já adulto

Vincent Van Gogh
  'Noite Estrelada' (1889), Vincent Van Gogh

'Noite Estrelada' (1889), Vincent Van Gogh


Outro que também preservou os traços do rosto foi Wassaly Kandinsky, o artista plástico russo, professor da Bauhaus e um dos precursores do abstracionismo nas artes visuais. Será que ele já coloria na época que essa foto dele criança foi tirada?

  Kandinsky quando criança e ao lado na fase adulta. A boca e o olhar não mudaram nada!

Kandinsky quando criança e ao lado na fase adulta. A boca e o olhar não mudaram nada!

Kandinsky
  'Composição 8' (1923), Wassaly Kandinsky

'Composição 8' (1923), Wassaly Kandinsky


O espanhol Pablo Picasso aos 10 anos, no ano de 1891, em Malaga, sua cidade Natal. Tem ou não tem cara de quem foi muito sapeca e deu bastante trabalho aos pais?

  Picasso em 1891, aos 10 anos de idade. Ao lado, já consagrado como um dos maiores artistas do modernismo

Picasso em 1891, aos 10 anos de idade. Ao lado, já consagrado como um dos maiores artistas do modernismo

Picasso
  'Guernica' (1937), Pablo Picasso

'Guernica' (1937), Pablo Picasso


E agora os surrealistas! René Magritte (o mais alto), aos 7 anos, ao lado de seus irmãos em 1905.

  O artista belga René Magritte e seus irmãos mais novos

O artista belga René Magritte e seus irmãos mais novos

René Magritte
  'Os Amantes' (1928), René Magritte

'Os Amantes' (1928), René Magritte


Outro surrealista: Salvador Dalí, que já causava desde cedo. Todo estilosinho. É outro que parece ter dado muito trabalho. Aliás, deu trabalho até o fim, né? KKKKK E olha esse sorriso, é impressão minha ou já tinha o formato do bigodinho?

  Salvador Dalí era puro estilo

Salvador Dalí era puro estilo

Salvador Dalí
  'A Persistência da Memória' (1931), Salvador Dalí

'A Persistência da Memória' (1931), Salvador Dalí


Que fofurinhaaaaa a Frida Kahlo em 1911, aos 4 anos de idade! Aposto que nessa época ela vivia correndo pela casa.

  Frida Kahlo adornando a cabeça desde sempre

Frida Kahlo adornando a cabeça desde sempre

  Frida em sua foto clássica na capa da revista Vogue

Frida em sua foto clássica na capa da revista Vogue

  'O Veado Ferido' (1946), Frida Kahlo

'O Veado Ferido' (1946), Frida Kahlo


E agora chegou a vez da nossa brasileira Tarsila do Amaral (a mais alta), em 1898, ao lado de sua irmã Cecília. Aos 12 anos ela já tinha o rostinho meio arredondado, né?

  Tarsila aos 12 anos ao lado de sua irmã, Cecília

Tarsila aos 12 anos ao lado de sua irmã, Cecília

Tarsila do Amaral
  'Os Operários' (1933), Tarsila do Amaral

'Os Operários' (1933), Tarsila do Amaral


Outro brasileiro, um dos nossos principais artistas, Emiliano Di Cavalcanti ainda bebê, provavelmente nos últimos anos do século XIX. Cheio de dobrinhas!

  Di Cavalcanti e suas dobrinhas

Di Cavalcanti e suas dobrinhas

  Di Cavalcanti já consagrado como um dos principais pintores do modernismo brasileiro

Di Cavalcanti já consagrado como um dos principais pintores do modernismo brasileiro

  'Pescadores' (1951), Di Cavalcanti

'Pescadores' (1951), Di Cavalcanti


E pra terminar, dois artistas da Pop-Art, que inclusive já apareceram por aqui. Andy Warhol era bastante diferente quando criança:

  O menino Andy Warhol

O menino Andy Warhol

Andy Warhol
  'Marilyn Monroe' (1962), Andy Warhol

'Marilyn Monroe' (1962), Andy Warhol


Já Roy Lichtenstein tinha até o mesmo penteado! Será que ele estava representando algum super-herói dos quadrinhos? Não podemos esquecer que Lichtenstein foi um dos responsáveis por elevar a estética dos quadrinhos - antes considerada produto subcultural - à categoria de obra de arte. Aos 11 anos, aposto que ele lia muitos comic books de Superman e Batman

  Roy Lichtenstein aos 11 anos

Roy Lichtenstein aos 11 anos

  As imagens criadas por Lichtenstein estão até hoje presentes na cultura pop

As imagens criadas por Lichtenstein estão até hoje presentes na cultura pop

  'Crying Girl' (1963), Roy Lichtenstein

'Crying Girl' (1963), Roy Lichtenstein

Confira 5 exposições em cartaz no Recife para visitar em outubro

De volta ao Recife! E sempre vale a pena retornar aos bairros do centro e conferir a programação cultural da cidade. Se você estiver de passagem por Santo Antônio, São José, Boa Vista ou pelo Recife Antigo não deixe de visitar pelo menos uma dessas 5 exposições que ficam em cartaz no mês de outubro:

5º Prêmio Marcantonio Vilaça

marcantonio vilaça

A exposição é resultado do 5º Prêmio Marcantonio Vilaça para as Artes Visuais, promovido pelo CNI, SESI e SENAI, que selecionou 5 artistas de diferentes regiões do país para representar a diversidade da produção artística brasileira contemporânea. Entre as obras, há trabalhos em vídeo, fotografia, desenho e instalações. A mostra itinerante já passou por Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Curitiba e encerra seu ciclo no recife.

  O trabalho de Virgínia de Medeiros com foto-pinturas digitais retrata moradores de rua que contam suas histórias em relatos emocionantes (Fotografia: Renato Medeiros Cordeiro)

O trabalho de Virgínia de Medeiros com foto-pinturas digitais retrata moradores de rua que contam suas histórias em relatos emocionantes (Fotografia: Renato Medeiros Cordeiro)

  As memórias de Gê Orthof em suas instalações minimalistas   (Fotografia: Renato Medeiros Cordeiro)

As memórias de Gê Orthof em suas instalações minimalistas (Fotografia: Renato Medeiros Cordeiro)

Exposição: Mostra do 5º Prêmio Marcantonio Vilaça
Artista: Coletiva
Até 27 de novembro
Local: Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM)
Endereço: Rua da Aurora, 265, Boa Vista – Recife (PE)

Horário:
De terça à sexta-feira, das 12h às 18h
Sábados e domingos, das 13h às 17h
Entrada gratuita


Éxodos

  Sebastião Salgado é reconhecido internacionalmente como um dos principais fotógrafos da atualidade (  Fotografia: Sebastião Salgado)

Sebastião Salgado é reconhecido internacionalmente como um dos principais fotógrafos da atualidade (Fotografia: Sebastião Salgado)

Durante seis anos, o premiado fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado percorreu 40 países registrando o cotidiano de refugiados, vítimas de guerras e de repressão social, compondo um panorama do trânsito migratório da humanidade no final do século XX. Pessoas que, por motivos diversos e adversos, tiveram que abandonar suas terras. São 60 imagens divididas em 5 temas: África; Luta pela Terra; Refugiados e Migrados; Megacidades; e Retratos de Crianças. A exposição está circulando pelas unidades da Caixa Cultural espalhadas pelo país e fica em cartaz no Recife até o próximo dia 16.

  Mulheres em trânsito   (  Fotografia: Sebastião Salgado)

Mulheres em trânsito (Fotografia: Sebastião Salgado)

  O tráfego intenso de pessoas em uma estação indiana   (  Fotografia: Sebastião Salgado)

O tráfego intenso de pessoas em uma estação indiana (Fotografia: Sebastião Salgado)

Horário:
De terça-feira a sábado, das 10h às 20h
Aos domingos, das 10h às 17h
Entrada gratuita

Exposição: Êxodos
Artista: Sebastião Salgado

Até 16 de outubro
Local: Caixa Cultural Recife
Endereço: Avenida Alfredo Lisboa, 505, Bairro do Recife – Recife (PE)


OZI - 30 Anos de Arte Urbana no Brasil

  O trabalho de OZI é cheio de ironia e deboche (Fotografia: Renato Medeiros Cordeiro)

O trabalho de OZI é cheio de ironia e deboche (Fotografia: Renato Medeiros Cordeiro)

Também na Caixa Cultural, a mostra celebra os 30 anos de carreira de OZI, um dos pioneiros da arte urbana no Brasil. As obras, cheias de deboche e ironia, mesclam símbolos da arte clássica com elementos da cultura pop, como personagens de desenho animado. Entre as técnicas utilizadas, se destacam principalmente os trabalhos em estêncil. Vale a pena também pela releitura da famosa latinha de sopa Campbell’s, de Andy Warhol, que na versão de OZI virou sopa de Chuchu ou Xuxu (sic).

  O artista mistura símbolos da arte clássica com elementos da cultura pop (Fotografia: Renato Medeiros Cordeiro)

O artista mistura símbolos da arte clássica com elementos da cultura pop (Fotografia: Renato Medeiros Cordeiro)

  Releitura de OZI para o ready-made de Andy Warhol

Releitura de OZI para o ready-made de Andy Warhol

Horário:
De terça-feira a sábado, das 10h às 20h
Aos domingos, das 10h às 17h
Entrada gratuita

Exposição: OZI – 30 Anos de Arte Urbana no Brasil
Artista: OZI

Até 20 de novembro
Local: Caixa Cultural Recife
Endereço: Avenida Alfredo Lisboa, 505, Bairro do Recife – Recife (PE)


O Corpo e Suas Escrituras

  Roberto Lúcio trabalhou com fotografia e pintura em sua nova exposição

Roberto Lúcio trabalhou com fotografia e pintura em sua nova exposição

Já na Arte Plural Galeria, a nova exposição do paraibano Roberto Lúcio explora ao mesmo tempo a fotografia e a pintura. O artista fez intervenções em suas fotografias e algumas delas foram quase totalmente tomadas pela pintura. No centro das atenções está o corpo feminino, que exala erotismo ao interagir com objetos diversos, até mesmo com bolas de gude. 

  O corpo feminino é o centro das atenções na nova mostra de Roberto Lúcio

O corpo feminino é o centro das atenções na nova mostra de Roberto Lúcio

roberto lúcio 3

Horário:
De terça à sexta-feira, das 13h às 19h
Aos sábados, das 16h às 20h
Entrada gratuita

Exposição: O Corpo e Suas Escrituras
Artista: Roberto Lúcio

Até 29 de outubro
Local: Arte Plural Galeria
Endereço: Rua da Moeda, 140, Bairro do Recife – Recife (PE). Telefone: (81) 3424-4431


Olhar a Ponte Que Nos Liga

Os delírios de Dom Quixote se misturam aos delírios do artista plástico Marcos Carvalho, nessa exposição que celebra os 400 anos de Miguel de Cervantes, criador do próprio Dom Quixote, personagem mais célebre da literatura espanhola. São 18 obras, entre quadros e esculturas, que visitam ainda os universos de outros artistas espanhóis, como Salvador Dalí, Picasso, Velásquez, Goya e Miró. A mostra, que é promovida em parceria com o Instituto Cervantes do Recife, e será aberta ao público no dia 26 de outubro.

  A exposição de Marcos Carvalho entrará em cartaz no próximo dia 26

A exposição de Marcos Carvalho entrará em cartaz no próximo dia 26

Horário:
De terça à sexta-feira, das 10h às 18h
Aos sábados, das 15h às 18h
Aos domingos, das 15h às 19h
Entrada gratuita

 

Exposição: Olhar a Ponte Que Nos Liga
Artista: Marcos Carvalho

De 26 de outubro a 9 de novembro
Local: Torre Malakoff
Endereço: Praça do Arsenal, S/N, Bairro do Recife – Recife (PE)

25 pinturas de diferentes épocas para celebrar a chegada da primavera

A primavera chegou! A estação mais florida do ano começa no dia 23 de setembro no hemisfério sul, exatamente onde estamos aqui no Brasil! Entende agora o porquê das ruas da sua cidade estarem mais floridas nos últimos dias?

Considerada a estação com as temperaturas mais agradáveis, a primavera nos remete também à alegria, à variedade de cores e ao romantismo. É também a estação dos pombinhos apaixonados. E é claro que a arte tem tudo a ver com a percepção simbólica que nós temos da primavera, principalmente no contexto europeu, onde o clima temperado acentua as características de cada estação do ano.

A história da arte está repleta de artistas que buscaram inspiração na primavera. Se a gente prestar atenção dá pra compreender melhor as transformações pelas quais a arte passou ao longo dos séculos só observando como jardins e flores aparecem nas obras desses artistas.

Começando pelo quadro renascentista ‘A Primavera’, do italiano Botticelli (sim, aquele mesmo do famoso ‘O Nascimento de Vênus’). A pintura de 1482 utiliza a técnica de têmpora sobre madeira e a maioria dos críticos de arte acredita que a obra retrata um grupo de figuras mitológicas num jardim primaveril. As flores estão presentes no chão, nas árvores e estampam também o vestido de uma das personagens.

  1 -  'A Primavera'  (1482), de Botticelli

1 - 'A Primavera' (1482), de Botticelli

Em ‘O Jardim das Delícias Terrenas’, o holandês Hieronymus Bosch nos apresenta sua versão para a história do mundo, a partir da criação. No primeiro painel, vemos Adão e Eva bem inocentes no Jardim do Éden. Já no painel central (o maior, diga-se de passagem), todo mundo despirocou depois de descobrir os prazeres carnais e resolveu fazer um amorzinho bem gostoso no meio das florezinhas. E por último, a hora do castigo! A representação do inferno, onde o ser humano é condenado pelo pecado da luxúria. Triste fim. Agora admita, é ou não é uma pintura surreal demais para uma obra que foi pintada em 1504? Eu amo!

  2 -  ‘O Jardim das Delícias Terrenas’  (1504), do holandês Hieronymus Bosch

2 - ‘O Jardim das Delícias Terrenas’ (1504), do holandês Hieronymus Bosch

Outro carinha criativo do século XVI foi o italiano Giuseppe Arcimboldo, que usava imagens da natureza – geralmente, frutas e legumes – para compor fisionomias humanas! Se me dissessem que era uma artista do século XX eu acreditava! Será que Arcimboldo e Bosch se conheceram? Em ‘Flora’ (1591), eu não preciso dizer mais nada:

  3 -  'Flora'  (1591), de Giuseppe Arcimboldo

3 - 'Flora' (1591), de Giuseppe Arcimboldo

A arte flamenga de Pieter Bruegel, O Jovem, retratava com frequência o cotidiano de camponeses. Em ‘Preparação dos Canteiros’ (1617), os trabalhadores cuidam de um pequeno jardim.

  4 -  'Preparação dos Canteiros'  (1617), de Pieter Bruegel, O Jovem

4 - 'Preparação dos Canteiros' (1617), de Pieter Bruegel, O Jovem

Outro membro da família Bruegel também se destacou na arte: Jan Bruegel, ao lado de outro pintor flamengo conhecido, Peter Paul Rubens, resolveu criar uma série de pinturas tendo os cinco sentidos como tema. Em ‘O Sentido de Cheiro’ (1618), adivinha onde está a moça do quadro? Num jardim cheio de flores, é claro!

  5 -  'O Sentido do Cheiro'  (1618), da parceria entre os artistas Jan Bruegel e Peter Rubens Paul

5 - 'O Sentido do Cheiro' (1618), da parceria entre os artistas Jan Bruegel e Peter Rubens Paul

Daqui a gente já parte para a França do século XVIII e seu estilo Rococó, que prezava por fórmulas decorativas e ornamentais. E tem coisa mais ornamental do que flor? Não, né! Nesse período, os artistas prezaram pela delicadeza, elegância e graça, retratando o cotidiano da aristocracia e a vida galante da corte e dos palácios franceses. Tudo muito inacessível à plebe. Muitos dos símbolos e clichês românticos que ainda insistimos em sustentar no século XXI tiverem início nesse período.

  6 -  'A Terra'  (1730), de Nicolas Lancret

6 - 'A Terra' (1730), de Nicolas Lancret

   7 - A famosa pintura  'O Balanço'  (1766), do francês Jean-Honoré Fragonard

 7 - A famosa pintura 'O Balanço' (1766), do francês Jean-Honoré Fragonard

  8 -  'Gathering Flowers'  (Século XIX), do americano Daniel Ridgway Knight

8 - 'Gathering Flowers' (Século XIX), do americano Daniel Ridgway Knight

A partir da segunda metade do século XIX, a arte passa por grandes transformações, principalmente após a difusão da fotografia. A pintura realista de artistas como Daniel Ridgway Knight começa a dar lugar a outras manifestações estéticas, como o Impressionismo de Degas, Renoir e Monet ou os pós-impressionistas Paul Cézanne, Vincent van Gogh e Paul Gauguin.

As cores passam a vibrar de maneira diferente nas telas. Importa mais a impressão que a luz que incide sobre os jardins provoca em nossos olhos, do que a representação fiel de suas flores.

  9 -  'Mulher Sentada ao Lado de Um Vaso de Flores'  (1865), de Edgar Degas

9 - 'Mulher Sentada ao Lado de Um Vaso de Flores' (1865), de Edgar Degas

  10 - O impressionismo de Renoir em  'Mulher com Guarda-sol em um Jardim'  (1875)

10 - O impressionismo de Renoir em 'Mulher com Guarda-sol em um Jardim' (1875)

  11 -  'Na Pradaria'  (1876), de Claude Monet

11 - 'Na Pradaria' (1876), de Claude Monet

  12 -  'Casal no Jardim'  (1873), de Paul Cézanne

12 - 'Casal no Jardim' (1873), de Paul Cézanne

  13 - O clássico  'Doze girassóis numa jarra'  (1888), de Vincent Van Gogh

13 - O clássico 'Doze girassóis numa jarra' (1888), de Vincent Van Gogh

  14 -  'Women On The River Bank'  (1885), de Georges Seurat

14 - 'Women On The River Bank' (1885), de Georges Seurat

  15 -  'Arearea'  (1892), de Paul Gauguin

15 - 'Arearea' (1892), de Paul Gauguin

No século XX, mesmo com a profusão de estilos artísticos, as flores continuaram sendo temas recorrentes na arte.

  16 -  Charles Daniel Ward continuou no caminho da arte figurativa, mesmo com as vanguardas europeias em ebulição, como vemos em   'O Progresso da Primavera'  (1905)

16 - Charles Daniel Ward continuou no caminho da arte figurativa, mesmo com as vanguardas europeias em ebulição, como vemos em 'O Progresso da Primavera' (1905)

A brasileira Tarsila do Amaral também foi outra artista que destacou a flora em sua obra, na perspectiva tropical tupiniquim:

  17 - O lado tropical da flora em  'O Lago'  (1928), de Tarsila do Amaral

17 - O lado tropical da flora em 'O Lago' (1928), de Tarsila do Amaral

 Você já parou pra pensar em como as flores se comportam durante a noite? O Paul Klee, sim:

  18 -  'Growth Of The Night Plants'  (1922), Paul klee

18 - 'Growth Of The Night Plants' (1922), Paul klee

  19 - René Magritte também trouxe o tema das flores para a sua arte surrealista, em  'The Blow To The Heart'  (1952)

19 - René Magritte também trouxe o tema das flores para a sua arte surrealista, em 'The Blow To The Heart' (1952)

  20 - Outro que também se aproximou do surrealismo foi Paul Delvaux ( que já mereceu um post só pra ele por aqui ). Esse é  'O Jardim' , de 1971

20 - Outro que também se aproximou do surrealismo foi Paul Delvaux (que já mereceu um post só pra ele por aqui). Esse é 'O Jardim', de 1971

  21 -  'Mulher com Flores'  (1976), do colombiano Fernando Botero

21 - 'Mulher com Flores' (1976), do colombiano Fernando Botero

Na Pop-Art as flores também tiveram seu espaço. Andy Warhol não produziu apenas Marilyns e Sopas Campbell:

  22 -  'Flores'  (1964), de Andy Warhol

22 - 'Flores' (1964), de Andy Warhol

 Observe como as flores no trabalho de Roy Lichtenstein, outro representante da Pop-Art, aparecem num contexto completamente diferente das imagens do Rococó. Aqui elas servem apenas para estampar a lata de lixo:

  23 - Ironia e Pop-Art em  'Step-On Can With Leg'  (1961), de  Roy Lichtenstein

23 - Ironia e Pop-Art em 'Step-On Can With Leg' (1961), de Roy Lichtenstein

E por último, alguns trabalhos do século XXI, que trabalham com colagem e pintura digital.:

  24 - A colagem digital de Randy Mora, em  'Esperándote'  (2012)

24 - A colagem digital de Randy Mora, em 'Esperándote' (2012)

  25 -  'Weeping'  (2013), de Hsiao-Ron Cheng, artista de Taiwan

25 - 'Weeping' (2013), de Hsiao-Ron Cheng, artista de Taiwan

Bônus:

Também já tá permitido trocar e contemplar a sua capinha do CD 'As Quatro Estações - O Show' (2000), de Sandy & Júnior (entendedores entenderão). Hahaha

  Obra atemporal.

Obra atemporal.

Agooooora sim a sua primavera já pode começar. Viva!

Está aberta a 10ª Primavera dos Museus! Confira a programação da sua cidade

Nem só de flores vive a primavera. Os museus do Brasil inteiro também desabrocham nessa época do ano para mais uma temporada cultural cheia de atividades especiais. A 10ª Primavera dos Museus acontece de 19 a 25 de setembro, oferecendo mais de 2 mil atividades espalhadas em 753 museus e outras instituições culturais de todo o país.

Com o tema 'Museus, Memórias e Economia da Cultura', a edição deste ano discute a relação dessas instituições com a sociedade e seu papel como agente fomentador e fortalecedor de atividades culturais e econômicas.

primavera dos museus

São palestras, oficinas, exibição de filmes, shows, visitas guiadas e, é claro, exposições de arte! Você pode conferir a programação completa da sua cidade no guia especial que o Ibram montou em seu site oficial.

Quero ver todo mundo indo ao museu, viu? E quando estiver por lá, não esqueça de postar uma foto com a hashtag #primaveramuseus2016. ;)

Confira o vídeo:

Na próxima semana, Natal receberá uma Oficina de Pintura Digital com um dos 10 melhores coloristas do Brasil

Você sabia que o Photoshop é um ateliê digital de pintura? Não é por acaso que ferramentas como pincéis, lápis, régua, esponja e borracha - comuns em qualquer ateliê de arte - estão presentes no mais conhecido software de edição de imagens. Até mesmo quando criamos um novo documento, estamos na verdade criando uma nova canvas ou tela de pintura.

Então que tal aprender as principais técnicas para utilizar todo o potencial do programa e produzir pinturas digitais ou colorir ilustrações? Se você estiver em Natal (RN) no próximo dia 22 de setembro, não deixe de participar da Oficina de Pintura Digital que vai rolar no Quadrinhos Estúdio e Escola de Desenho.

  A área de trabalho do software Photoshop representa digitalmente um ateliê de arte, com ferramentas comuns a qualquer artista plástico

A área de trabalho do software Photoshop representa digitalmente um ateliê de arte, com ferramentas comuns a qualquer artista plástico

  Alzir Alves em sua escola de artes visuais em João Pessoa (PB)

Alzir Alves em sua escola de artes visuais em João Pessoa (PB)

A escola vai receber o professor e quadrinhista Alzir Alves, que está à frente da Rascunho Studio Escola de Artes Visuais, de João Pessoa (PB). Em 2016, Alzir foi indicado como um dos dez melhores coloridas do país na maior premiação brasileira de quadrinhos, o HQ Mix, além de representar outros artistas no mercado nacional e internacional, em editoras como Zenescope, Dreamworks, Dark Horse, DC Comics e Marvel.

Na oficina, Alzir vai apresentar conceitos básicos sobre cor, luz, sombra e volumetria e ainda mostrar como trabalhar com diferentes pincéis (brushes), camadas (layers) e formatos de arquivo no Photoshop. Tudo isso e também algumas técnicas de acabamento e finalização de pinturas e ilustrações. Massa, né? 

Para participar, você só precisa ter mais de 13 anos e levar seu notebook, de preferência com o Photoshop já instalado. E é claro que saber algumas noções básicas do programa vai te ajudar e muito! Ah, e se você tiver também uma mesa digitalizadora, essa é a hora de aprender todos os recursos que ela tem a oferecer (leve também!).

Serão duas turmas: uma à tarde (14h às 17h) e a outra à noite (19h às 22h). As inscrições custam apenas R$150 e podem ser feitas pelo e-mail quadrinhosrn@gmail.com ou pelo Whatsapp (84) 98160-8288. Eu já me inscrevi, porque não sou besta de perder essa oportunidade!

 Rascunho do personagem principal do jogo Zelda, feito por Alzir; em seguida, a mesma imagem finalizada, após receber as cores digitais do artista

Rascunho do personagem principal do jogo Zelda, feito por Alzir; em seguida, a mesma imagem finalizada, após receber as cores digitais do artista

alzir alves 2

Oficina de Pintura Digital com Alzir Alves
Dia 22 de setembro (quinta-feira)
Local: Quadrinhos Estúdio e Escola de Desenho
Endereço: Rua Est. José Fancisco de Souza, 3945, Capim Macio. Natal - Rio Grande do Norte

Inscrições: quadrinhosrn@gmail.com ou pelo Whatsapp (84) 98160-8288
Valor: R$ 150

 

SERVIÇO: 

Visite a Pinacoteca Universitária da Ufal no novo vídeo do canal Pigmum!

A Pinacoteca Universitária da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) é um dos melhores espaços para exposições de arte moderna e contemporânea em Maceió. Além de receber com regularidade exposições temporárias de artistas alagoanos e de outros estados, também guarda um acervo próprio, com peças das exposições que já passaram por lá ao longo de mais de 30 anos de trajetória.

Visite comigo a Pinacoteca da Ufal no vídeo do canal Pigmum de hoje e não esqueça de se inscrever no canal clicando aqui.

Já está no ar o segundo vídeo do canal Pigmum no YouTube!

E o segundo vídeo do canal Pigmum no YouTube já está no ar! Prepare-se para entrar numa legítima residência aristocrática do século XIX, que hoje abriga o acervo do Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), um dos principais do estado, com documentos e mobiliário do período de ocupação holandesa, coleção de pinturas e artefatos indígenas. 

O casarão pertenceu à família do Barão de Beberibe e está localizado no bairro das Graças, zona norte do Recife. Aperte o play e fique à vontade. A casa é nossa.

Ah, e não se esqueça de clicar aqui para se inscrever no canal, viu? =)

Agora o Pigmum também está no YouTube! Inscreva-se no canal

Eita, agora também virei youtuber!

O blog Pigmum acaba de ganhar um canal no YouTube, minha gente! Porque quando o assunto é arte e cultura, nem tudo cabe em 20 linhas escritas.

O canal Pigmum está aberto à criatividade, inspiração, memória e jornalismo cultural. Viaje comigo por museus e galerias. Explore o mundo das artes!

Vocês vão se inscrever, né? Diz que siiiiimmm... É fácil, é só clicar aqui e procurar o botão 'Inscrever-se'. Tem nem como errar.

Nesse primeiro vídeo, eu falo sobre materiais de desenho e especificamente sobre os tipos de papéis e seus diferentes formatos, gramaturas e texturas. Esses fatores parecem inofensivos, mas certamente interferem no resultado final de um desenho. Veja algumas dicas para escolher o melhor tipo de papel para o seu próximo trabalho. =)

Finge que é Netflix e aperta o play: